A festa julina de 2017 foi a primeira grande festa de nosso Jardim. Decidimos por nos abrir ao público. A nova sede já tínhamos. Um grande espaço também. Faltava agora atrair as pessoas para o nosso pedaço de terra encantada.
Foi muito o trabalho. Com antecedência, fizemos o que era preciso: vários mutirões, limpeza do terreno, preparação de bandeirinhas, construção de brinquedos, preparação de comidinhas… Ufa! Quanto trabalho! Mas tudo ficou marcado pelo cuidado, alegria, beleza e sonoridade.
Logo na chegada, o visitante se deparou com um ambiente lindamente decorado, bandeirinhas de tecido, lanternas de vela, centenas de lâmpadas enfileiradas entre as árvores. Muitas pessoas vieram. Vestiram-se com roupas típicas.
Dançaram ciranda. Cantaram. Divertiram-se!
E não havia como não se divertir! Nosso Jardim construiu um palco para receber a banda Passarinhos do Cerrado, que nos embalou com muita ciranda, coco e boa música. E o que já estava incrível ficou ainda melhor. Quando menos esperávamos, Dimitri e Zoé subiram ao palco e começaram a cantar ao lado dos músicos. O público foi à loucura (especialmente os pais).

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Para além das cores que encantaram os olhos, e da música que agradava os ouvidos, o público se surpreendeu com a típica criatividade pequizeira. Para beber um caldo de cana, era necessário gastar previamente as calorias no moedor manual. Para comprar as coisas, os participantes utilizaram fichas cuidadosamente preparadas, batizadas de “Steiners” em homenagem ao pai da Antroposofia.

Encerramos a festa com os corpos cansados, mas com as almas aquecidas e os espíritos animados. Demos um grande passo. Mostramos capacidade organizativa. Atraímos pessoas.
Estamos no caminho certo. Que venham as próximas!

Lucas Maciel, pai do Dimitri

 

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